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[Original] Cortejo a um Barman

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[Original] Cortejo a um Barman

Mensagem por mikaero em Qua Jun 08, 2011 12:07 am

[ONESHOT] Cortejo a um Barman

Autor: Micael Culpi Garcia

Gênero: Romance

Classificação: 16+

Conteudo: Cenas de quase sexo! (y)

Sentada em um dos bancos, uma linda loira não parava de olhar o bonito e moreno barman, seus olhos verdes penetrantes pareciam estar despindo o funcionário daquele seu traje social. O Barman caminhou em sua direção, como podia resistir àquela maravilhosa obra de Deus dando sopa? Seu sorriso não guardava segredo, porem pareceu agradar bastante a garota.

- Quer uma bebida, senhorita? – Disse normalmente. Sua voz era máscula e sedutora, arrancou a força um sorriso largo da mulher.

- O que você sugere para uma pobre e solitária mulher? – Disse em tom melancólico forçado demais para ser sério.

- Não sei ao certo, talvez um acompanhante... – Disse caçoando um pouco da mulher. – Quer que eu te apresente meu amigo? O nome dele é Johnny... acho que a senhorita o conhece!

-Como? Não conheço nenhum Johnny! – Parecia meio surpresa, aquela resposta não estava em seus planos.

O Barman nada disse, apenas abaixou-se e pegou um copo e uma garrafa. O rotulo da bebida estava virado para a mulher. O nome “Johnny Walker” estava bem visível. Os dois riram um pouco. A loira pediu para que o rapaz a servisse com uma dose. Obedeceu-a, porem os dedos dela mal alisaram o vidro do copo e seus lábios ainda estavam secos.

- O movimento daqui está baixo, não é? – Batia os dedos, mostrando que estava entediada de certa forma. Seu rosto virou-se para trás, olhando a “movimentação”. – Parece que com exceção daquele casal ali eu sou sua única cliente.

O garçom sequer olhou, seu foco estava na mão macia da loira, seus dedos brancos e o anel de ouro.Seus lábios curvaram-se em um sorriso satisfeito e discreto. Ela notou o comportamento do moreno, olhou-o curiosa.

- Desculpe-me, este tempo todo a chamei de senhorita, não sabia que era casada.

- Ah, eu sou! – Disse exibindo o anel para o rapaz sem pudor. Parecia bem caro e bonito. – Mas não me importo se você me chamar de senhorita.

- Você disse estar solitária, onde está seu marido então? – Disse enquanto abaixava-se para pegar um pano. – Se é que me permite perguntar sobre ele.

Ela deu um leve riso. A pergunta era engraçada para ela. Bebeu o primeiro gole de sua bebida, escondeu a careta e voltou a falar. – Fique tranqüilo, não me importo de falar dele. Ele diz que está trabalhando, mas eu tenho certeza de que ele está rodeado de jovenzinhas bêbadas e loucas para dar para o primeiro que a aceitarem enquanto as enche de bebida. – Disse enquanto ria um pouco, ela não pareceu nem um pouco frustrada. – E eu estou aqui, carente e sozinha, precisando mais do que nunca de um bom homem!

O olhar alegre e o ar risonho converteu-se rápido. Seus olhos cerrados envolveram o barman em uma dança sedutora para dentro daquele verde profundo. Ela bebeu mais um gole da bebida sem tirar seus olhos dele. Um pouco do liquido caiu de sua boca direto para o suave decote de seu vestido preto.

O funcionário não conseguiu disfarçar seu interesse na garota, suas tentativas eram todas falhas. Ela insistia em sua sedução, debruçou-se no balcão de modo que seu pouco decote ficasse a mostra. O moreno não podia tirar os olhos, o decote podia ser um tanto discreto, mas sua “essência” era muito “especial”. – Esse seu amigo, Johnny, não me agradou. Quando você estará disponível? Parece muito mais interessante que ele! – Aproveitou-se de sua fartura de busto e da gravidade para prendê-lo ainda mais naquela libidinosa armadilha. Sua “ratoeira” foi efetiva.

- Desculpa... er...mas eu estou trabalhando! – Seu sorriso vacilou um pouco. Engolia seco, tentava tirar os olhos daquela mulher, mas a parte pensante do homem agora estava crescendo dentro de sua cueca.

A loira já sabia que aquele homem era dela.

- Por favor! O bar ainda está tão vazio! Aquele outro funcionário pode ficar no seu lugar por enquanto.

- Não sei, estou em horário de serviço e... – O sorriso foi dando lugar a um semblante mais sério e concentrado. Parou de falar repentinamente, aqueles dois mundos verdes estavam o hipnotizando, levando-o ainda mais até ela. – Ei, Japa! Pode segurar as pontas um pouquinho?!

O asiático que usava o mesmo uniforme do Barman moreno sorriu para os dois e fez um sinal positivo. Ria, e assim que viu os dois saindo para o banheiro reservado para pessoas com necessidades especiais balançou a cabeça negativamente. – Vagabundo sortudo! – voltou a rir e voltou a organizar os copos.

No banheiro os dois começaram a liberar todo o seu desejo. Beijos frenéticos, suas bocas brincavam entre si. Vez ou outra o barman estimulava pescoço e regiões próximas, dando leves mordidas. O controle que a mulher tinha na sedução, dentro do banheiro era todo do garçom, ela estava gostando daquele jeito. Repentinamente ele a prensou na parede. Continuou a brincar com seu corpo, suas mãos passavam a participar, tateavam por aqueles vales de pele lisa, branca e cheias de prazer.

Ela sorriu, começava a participar também. Olhou para o rapaz com um sorriso nos lábios, sua boca tentava segurar os gemidos e caminhar até o ouvido do rapaz.Assim que chegou disse em um tom baixo, sussurrado, um tanto ofegante e meio debochado. – Não vai nem perguntar meu nome?! – Os dois riram um pouco, mas o barman calou-a com um prazeroso furto aos lábios da garota.

Ele aproximou sua boca do ouvido da loira, já tirava as luvas brancas enquanto dizia com sua voz grossa em tom baixo e meio sério. – Vamos para de brincadeiras e ir logo ao que interessa! – Com as mãos livres das luvas ele começou a passá-las pelas coxas da mulher, levantava seu vestido aos poucos. Seu anel de ouro idêntico ao da loira arranhava a pele branca daquelas lindas pernas.

Em meio aquela turbulência de volúpias, a mulher virou-se lentamente, ficando de frente para a parede e de costas para o rapaz. Erguia um pouco sua cintura para facilitar, sentiu “animação” do rapaz aumentando só de mexer os quadris. Uma das mãos dela subiu até os cabelos do homem e a que portava o anel entrelaçava-se com a mão que estava em sua perna. As mesmas alianças de cada mão se tocavam. A mulher em meio às longas ofegadas virou seu rosto para o seu homem, que a beijou com delicadeza.

Segurou firme nos cabelos negros do rapaz, puxando-os com força, mas carinhosamente. As palavras começaram a sair da boca da loira. – Eu adora essas nossas brincadeiras, querido! – As mãos se desentrelaçaram, mas naquela mesma posição, naquele mesmo banheiro de portadores de necessidades especiais e naquele mesmo bar, o casal se entrelaçou como nunca antes.

Fim
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